Em tempo de recessão, os adolescentes portugueses continuam saudáveis e felizes ou são ainda saudáveis mas já não felizes?
Author:
Matos, Margarida Gaspar de; Reis, Marta; Camacho, Inés; Simões, Celeste; Gómez-Baya, Diego; [et al.]ISSN:
2183-2447Date:
2015Abstract:
Introdução: O presente estudo tem como objetivo compreender a evolução dos comportamentos de saúde e de risco dos adolescentes portugueses desde 1998 a 2014, com especial foco no período desde 2010 que coincide com o início da crise económica em Portugal. . Métodos: O estudo conta com a participação de adolescentes incluídos no estudo HBSC- Health Behaviour in School-aged Children, desde 1998, em Portugal, sendo a amostra constituída por 28 987 jovens do 6º 8º e 10º ano de escolaridade, correspondentes a 5 séries do estudo. resultados: Aumentou em 2014 a percentagem de jovens que referiram mal estar físico e psicológico, comportamentos autolesivos e menores expectativas de futuro, nomeadamente ir para a universidade. Regista-se ainda um aumento dos jovens que reportam situações de fome. ConClusões: Esta investigação vem reforçar a importância de prevenir os efeitos da crise económica na saúde e nos comportamentos dos jovens portugueses e aponta algumas implicações nas políticas públicas nomeadamente na educação, saúde, emprego e solidariedade. . A saúde dos adolescentes é o exemplo do conceito “Saúde em todas as Políticas”. Em tempos de recessão económica o planeamento estratégico para os jovens deve envolver todas as áreas referidas como forma única de os preparar para um futuro com saúde.
Introdução: O presente estudo tem como objetivo compreender a evolução dos comportamentos de saúde e de risco dos adolescentes portugueses desde 1998 a 2014, com especial foco no período desde 2010 que coincide com o início da crise económica em Portugal. . Métodos: O estudo conta com a participação de adolescentes incluídos no estudo HBSC- Health Behaviour in School-aged Children, desde 1998, em Portugal, sendo a amostra constituída por 28 987 jovens do 6º 8º e 10º ano de escolaridade, correspondentes a 5 séries do estudo. resultados: Aumentou em 2014 a percentagem de jovens que referiram mal estar físico e psicológico, comportamentos autolesivos e menores expectativas de futuro, nomeadamente ir para a universidade. Regista-se ainda um aumento dos jovens que reportam situações de fome. ConClusões: Esta investigação vem reforçar a importância de prevenir os efeitos da crise económica na saúde e nos comportamentos dos jovens portugueses e aponta algumas implicações nas políticas públicas nomeadamente na educação, saúde, emprego e solidariedade. . A saúde dos adolescentes é o exemplo do conceito “Saúde em todas as Políticas”. Em tempos de recessão económica o planeamento estratégico para os jovens deve envolver todas as áreas referidas como forma única de os preparar para um futuro com saúde.
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